sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Freedom is a blessing

O que é melhor: a última sexta-feira antes das férias ou a primeira segunda-feira das férias??

E que tal a primeira sexta-feira das férias, como hoje?

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Twitter, RSS... essas tecnologias de hoje em dia

Fiz uma conta no Twitter.

Na verdade, ainda não sei bem porquê. Curiosidade, certamente. Já li tanto sobre ele, sobre a tal suposta nova forma de comunicar e interagir "one-to-many", que precisava ver a coisa funcionando, sujar as mãos, experimentar.

E estou experimentando.

Mas ainda não sei se fui fisgado.

Achei em outro lugar as palavras certas para explicar meu dilema:
If your job involves you reaching out to folk every minute of the day, good. If your job enables you to sit and ’stream’ in a state of continuous partial attention — without doing anything, great.

But if you actually have to do something, then the challenge with managing your Twitter interactions is rather large.

[a lot of snipping ...]

My time and attention comes at a massive premium to me. Everyone’s time and attention is. Every moment spent flicking over to read drivel is another moment I don’t get to sit and relax. Or write a blog post. Or reply to an email.

So I’m in a bit a quandary. It ain’t working for me, this Twitter thing.

A propósito, li o post citado através do Google Reader. Ao contrário do Twitter, RSS me parece uma coisa muito, mas muito interessante! Taí algo que realmente está mudando meus hábitos online.

A propósito x2, meu... nick (?)... account (?)... profile (?)... no Twitter é Cortimiglia.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Outras saudades

Ontem, Domingo, dia lindo, saí para uma caminhada. Era por volta do meio-dia. Senti saudade do cheiro de churrasco...

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Cavalo paraguaio?

A ignorância não é um defeito crônico, ela pode ser corrigida.

Digo isso porque, depois que o Grêmio perdeu para o Vitória e praticamente deu adeus às pretensões de ser campeão brasileiro em 2008, li muitos comentários de colorados em meio às notícias do ClicRBS dizendo que o Grêmio era um "cavalo paraguaio".

Ora, dizer que o Grêmio tem uma equipe fraca, que inclusive era desacreditada pelos próprios torcedores antes do início do campeonato, tudo bem. Porém "cavalo paraguaio" é atestado de ignorância, que neste caso chega a ser ignorância coletiva. Cavalo paraguaio, no turfe, é uma expressão que se usa quando um cavalo azarão toma a ponta de um páreo na largada, para ser logo ultrapassado pelos concorrentes mais fortes. É possível dizer que um time que liderou o campeonato durante 17 rodadas e que ainda disputa o título na última rodada é um equivalente a "cavalo paraguaio"? Acho que só com muita ignorância. Mas ela pode ser corrigida, basta ter um pouco mais de bom senso e um pouco menos de fanatismo. Afinal, o fanatismo obscurece a razão.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Dindo!

Sou dindo!!! A Vitória nasceu hoje, às 00:07, em Porto Alegre. Pequenina, mas bella e brava. Não vejo a hora de conhecer minha afilhada...

São em momentos como esse que a distância se faz realmente presente.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

É, faz frio mesmo...

Essa semana, a Daniela escreveu sobre o frio. Um texto lindo, poético como só ela sabe escrever. O Outono já cansou de dar seus ares de chuva e o Sr. Inverno se aproxima, impiedoso, a passos largos.

Pra falar a verdade, eu só notei que as temperaturas estavam caindo no final de semana passado. Acho que tenho uma boa resistência ao frio. Me dei conta disso no sábado passado, quando saímos para passear por Novara com nossa hóspede do barulho. Saimos no final da tarde, ainda com um solzinho tímido. Eu, que não costumo olhar a previsão metereológica durante o final de semana, vesti apenas um blusãozinho de malha e um blazer leve.

Passeio vai, passeio vem, quando eram 19h, "noite funda", encontramos um amigo russo, o Serguei. Ele vem de Yekaterinburg, no meio dos montes Urais. Lá faz frio, muito frio: o inverno dura cinco meses, com temperaturas de até 45ºC negativos. No verão, esquenta até os 18ºC.

Pois bem. Só percebi que fazia frio aqui em Novara quando o Serguei, debaixo do cappotto, gorro, luva e cachecol, olhou para meu blusãozinho e perguntou: "ma... non hai freddo?"

Sinceramente, só comecei a sentir frio depois. Psicológico, talvez. Afinal, se ele, que vem daquele inferno gelado, tá achando frio, é porque deve estar mesmo!

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

O novo ocupante da Casa Branca

Semana cheia, com a eleição norte-americana. Pode-se reclamar de muita coisa dos EUA: sua cultura, mentalidade, visão de mundo, etc. Mas não se pode negar que eles são a democracia mais saudável do mundo. A eleição de um afro-americano, filho de um imigrante queniano e mãe branca que subiu na vida graças ao estudo e à dedicação ao intelectual, é testemunho disso.

De fato, o significado do acontecimento é imensa, após 150 anos de herança mal-resolvida da escravidão:
Barack Hussein Obama was elected the 44th president of the United States on Tuesday, sweeping away the last racial barrier in American politics with ease as the country chose him as its first black chief executive.
Um outro elemento incrível da eleição de Osama tem a ver como a forma como a campanha foi conduzida. Foi um verdadeiro fenômeno Web, incrivelmente mais significativo do que em 2004. A Web foi um importantíssima mídia não apenas para divulgação e organização dos esforços da campanha, mas também um valioso canal de arrecadação de fundos.

E me surpreendeu também a reação do mundo à eleição norteamericana. A esperança de que se possa novamente dialogar com os EUA parece dominar a opinião pública em muitos países, como conta esta reportagem do The New York Times.

É claro que o Berlusconi tinha que dar um jeito de pegar carona no fenômeno para aparecer. Pena que tenha escolhido uma maneira... digamos... pouco recomendável de fazer isso. Em Moscou, num encontro com o presidente russo Medvedev, declarou que "Obama é jovem, belo e 'bronzeado'" (em vídeo). Uma vulgaridade racista impressionante típica do velho Berlusca, que onde vai encontra uma maneira de fare figura di merda all'Italia.