Mais uma poesia da Nana.Tanto gentil e tanto onesto pare
l´amato mio, quand´entra e mi saluta,
ch´ogni frase divien tremante e muta
e gli occhi non s´azzardan di guardare.
Egli si va, sentendosi chiamare
benignamente dice:- L´ora è scaduta,
alzati amore,non star lì seduta!
Apri la porta , me ne devo andare!
Mostrasi sì spiacente d´andar via
che dà per gli occhi una tristezza al core
che intender non la può chi non la prova.
E par che dalle sue labbra si muova
un sentimento dolce pien d´amore
che va dicendo all´anima :- Sei mia!
quinta-feira, 26 de julho de 2007
Scusa, Dante!
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Domingo de sol em Camogli... não, Novara
Fizemos de tudo para que a viagem à Camogli fosse perfeita. Planejamos ir e voltar de trem, saindo de Novara às 7:35h e voltando às 19h. Preparamos sanduíches, colocamos água e chá para gelar, compramos chocolate e bolachas para o lanche. Colocamos nas mochilas as toalhas, os remédios, o boné, a roupa de banho e o protetor solar. Carregamos as baterias da máquina fotográfica e do MP3 player. Não esquecemos detalhe algum!
E parece que tudo estava colaborando: a previsão do tempo para domingo indicava um dia lindo, ensolarado, com mínima de 23 e máxima de 29 graus Celsius, com brisa agradável e sem chances de chuva. Meu comentário ao verificar que estávamos saindo de casa com 30 segundos de antecedência frente ao cronograma planejado: "Incrível como, certos dias, tudo parece dar certo!"
Sim, era um desafio a Murphy!
Chegando na estação, notei que algo estava errado quando percebique não havia fila para comprar bilhetes. Afinal, as coisas não podem ser tão perfeitas. Dito e feito. O casal que estava sendo atendido na nossa frente saiu, emburrado. Assim como nós, eles também estavam devidamente equipados para a praia. Escutei, de relance, a temida palavra: sciopero, ou seja, greve. Olhei imediatamente para o painel eletrônico e confirmei meu temor ao ver as letrinhas SOP no indicador de status do nosso trem. Como a esperança não morre tão fácil, ainda tentei o atendente no balcão de bilhetes, mas foi inútil: os trens para a Liguria estão sopressi, cancelados, por causa da greve. Haveria a opção de ir via Milano, custando bem mais, demorando bem mais, e sem garantia de retorno.
Ok, Murphy, boa tentativa, mas não somos tão burros.
Comunque, não desistimos de Camogli. Talvez não em um dia tão bonito, talvez esqueçamos alguma coisa, mas que vamos passar um dia na praia, vamos!
E parece que tudo estava colaborando: a previsão do tempo para domingo indicava um dia lindo, ensolarado, com mínima de 23 e máxima de 29 graus Celsius, com brisa agradável e sem chances de chuva. Meu comentário ao verificar que estávamos saindo de casa com 30 segundos de antecedência frente ao cronograma planejado: "Incrível como, certos dias, tudo parece dar certo!"
Sim, era um desafio a Murphy!
Chegando na estação, notei que algo estava errado quando percebique não havia fila para comprar bilhetes. Afinal, as coisas não podem ser tão perfeitas. Dito e feito. O casal que estava sendo atendido na nossa frente saiu, emburrado. Assim como nós, eles também estavam devidamente equipados para a praia. Escutei, de relance, a temida palavra: sciopero, ou seja, greve. Olhei imediatamente para o painel eletrônico e confirmei meu temor ao ver as letrinhas SOP no indicador de status do nosso trem. Como a esperança não morre tão fácil, ainda tentei o atendente no balcão de bilhetes, mas foi inútil: os trens para a Liguria estão sopressi, cancelados, por causa da greve. Haveria a opção de ir via Milano, custando bem mais, demorando bem mais, e sem garantia de retorno.
Ok, Murphy, boa tentativa, mas não somos tão burros.
Comunque, não desistimos de Camogli. Talvez não em um dia tão bonito, talvez esqueçamos alguma coisa, mas que vamos passar um dia na praia, vamos!
sexta-feira, 20 de julho de 2007
O Futuro da Energia Solar - Uma Visão Menos Otimista
De uns tempos pra cá, o pai anda empolgado com a energia solar. Confesso que até hoje não tinha me dedicado a entender a problemática, simplesmente aceitava o senso comum de que energia solar é limpa, renovável, boa e, por isso, deve ser a energia do futuro.
Hoje, casualmente, me deparei com duas matérias interessantes sobre o assunto que me fizeram, se não reconsiderar, ao menos repensar minhas certezas. Abaixo, minhas considerações.
Na Califórnia, foi aprovada lei para instalar 1 milhão de "tetos solares" nos próximos 10 anos. Muito bom para o comércio dos painéis foto-voltáicos, mas será que causa algum impacto real na matriz energética americana? Além disso, será que movimentar o mercado da energia solar ajuda a alcançar os brakthrough tecnológicos necessários para que a energia solar passe de "boa idéia, bem intencionada" para uma alternativa séria aos problemas energéticos do mundo?
Essas questões são discutidas no artigo do No The New York Times, Solar Power Wins Enthusiasts but Not Money. A matéria mostra como, apesar de ser popular, a energia solar não deve decolar seriamente nos próximos anos. Hoje, a energia solar corresponde a menos de 0,01% do total da energia norte-americana. Essa situação nao deve mudar significativamente ate 2030, salvo grandes descobertas científicas. Dada a quantidade de dinheiro injetada em pesquisa de base na área (US$ 159 milhões no atual ano fiscal, pouco se comparado aos US$ 427 milhóes investidos em pesquisa de energia por queima de carvão), isso nao deve acontecer. Na melhor das hipóteses, estima-se que a parcela de energia solar no portfólio energético dos EUA será de 2% a 3% nas próximas décadas. A grande aposta em fontes renováveis parece ser mesmo o biocombustível - com forte lobby dos estados de base agrícola. Em tempo: o principal problema parece envolver as tecnollgias para armazenamento economicamente viável da energia solar.
Hoje, casualmente, me deparei com duas matérias interessantes sobre o assunto que me fizeram, se não reconsiderar, ao menos repensar minhas certezas. Abaixo, minhas considerações.
Na Califórnia, foi aprovada lei para instalar 1 milhão de "tetos solares" nos próximos 10 anos. Muito bom para o comércio dos painéis foto-voltáicos, mas será que causa algum impacto real na matriz energética americana? Além disso, será que movimentar o mercado da energia solar ajuda a alcançar os brakthrough tecnológicos necessários para que a energia solar passe de "boa idéia, bem intencionada" para uma alternativa séria aos problemas energéticos do mundo?
Essas questões são discutidas no artigo do No The New York Times, Solar Power Wins Enthusiasts but Not Money. A matéria mostra como, apesar de ser popular, a energia solar não deve decolar seriamente nos próximos anos. Hoje, a energia solar corresponde a menos de 0,01% do total da energia norte-americana. Essa situação nao deve mudar significativamente ate 2030, salvo grandes descobertas científicas. Dada a quantidade de dinheiro injetada em pesquisa de base na área (US$ 159 milhões no atual ano fiscal, pouco se comparado aos US$ 427 milhóes investidos em pesquisa de energia por queima de carvão), isso nao deve acontecer. Na melhor das hipóteses, estima-se que a parcela de energia solar no portfólio energético dos EUA será de 2% a 3% nas próximas décadas. A grande aposta em fontes renováveis parece ser mesmo o biocombustível - com forte lobby dos estados de base agrícola. Em tempo: o principal problema parece envolver as tecnollgias para armazenamento economicamente viável da energia solar.
Marcadores:
Ciência/Ceticismo,
Meio-ambiente
quinta-feira, 19 de julho de 2007
Os Crawlers do Blogger
O Blogger me pregou uma peça. Ontem, quando fui publicar um novo post, surgiu uma mensagem dizendo que meu blog havia sido bloqueado pelos "robôs de prevenção de spam". Aparentemente, os crawlers realizam buscas periódicas nos blogs em busca de "texto irrelevante e aleatório, links circulares e outras características de blogs de spam", conforme a explicação.
Hm... Texto irrelevante e aleatório. Ok, Blogger, gostei muito da apreciação que vocês fizeram do meu blog!
Hm... Texto irrelevante e aleatório. Ok, Blogger, gostei muito da apreciação que vocês fizeram do meu blog!
quarta-feira, 18 de julho de 2007
Tragédia Anunciada em Congonhas
Imagino que no Brasil haja uma overdose de notícias sobre o acidente com o vôo JJ 3054 da TAM. Mas não posso deixar de registrar meu choque e minha consternação com a maior tragédia da aviação brasileira.
Em primeiro lugar, porque Congonhas é um aeroporto familiar a muita gente no Brasil. Mesmo eu, que não costumo viajar muito, já passei por lá umas sete ou oito vezes. Ainda tenho vívida a sensação claustrofóbica em meio à folla que faz daquele o mais movimentado aeroporto do país. Morgana e Camila devem lembrar os comentários de que aquilo mais parecia uma rodoviária.
Em segundo lugar, porque o Airbus A320 acidentado partiu de Porto Alegre. Levava à bordo, como colocou o site ClicRBS, "personalidades do mundo empresarial, político e esportivo" do estado. Não consigo imaginar como está Porto Alegre agora, mas envio minhas condolências a todos os envolvidos.
Hoje batemos um triste recorde, com ao menos 200 vítimas estimadas até o momento. Números como esse, ou os 154 mortos no choque no ar entre o Gol 1907 e um jato executivo Legacy, em Setembro do ano passado, nos levam a refletir sobre tragédias, principalmente sobre aquelas anunciadas, que poderiam ser evitadas. Extrato de uma matéria do ClicRBS:
Em primeiro lugar, porque Congonhas é um aeroporto familiar a muita gente no Brasil. Mesmo eu, que não costumo viajar muito, já passei por lá umas sete ou oito vezes. Ainda tenho vívida a sensação claustrofóbica em meio à folla que faz daquele o mais movimentado aeroporto do país. Morgana e Camila devem lembrar os comentários de que aquilo mais parecia uma rodoviária.
Em segundo lugar, porque o Airbus A320 acidentado partiu de Porto Alegre. Levava à bordo, como colocou o site ClicRBS, "personalidades do mundo empresarial, político e esportivo" do estado. Não consigo imaginar como está Porto Alegre agora, mas envio minhas condolências a todos os envolvidos.
Hoje batemos um triste recorde, com ao menos 200 vítimas estimadas até o momento. Números como esse, ou os 154 mortos no choque no ar entre o Gol 1907 e um jato executivo Legacy, em Setembro do ano passado, nos levam a refletir sobre tragédias, principalmente sobre aquelas anunciadas, que poderiam ser evitadas. Extrato de uma matéria do ClicRBS:
Ou seja, uma tragédia anunciada, dada a situação da infraestrutura aérea do país. Abaixo, reprodução de parte da matéria do The New York Times sobre o acidente. Resume bem, eu acho, o caos aéro pelo qual estamos passando:O desastre aconteceu em um aeroporto que vem tendo suas condições de segurança postas em dúvida. No ano passado, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) determinou a suspensão de operações quando houvesse acúmulo de pelo menos três milímetros de água nas pistas. Ontem, choveu forte em São Paulo. No último dia 29, uma reforma na pista foi entregue incompleta, sem as ranhuras que garantiriam o escoamento da água e a maior aderência dos pneus ao solo.
Os milhões gastos no Pan - e, se tudo der "certo", na Copa de 2014 - mostram um país que, decididamente, não sabe quais são suas prioridades. Triste. Mais que triste, trágico. E vergonhoso.Civil aviation in Brazil has been in crisis since last September, when the nation’s worst airline disaster, a collision over the Amazon between a passenger plane and a business jet, took place. Since that disaster, in which 154 people were killed, Brazil, Latin America’s most populous country, has been racked by waves of canceled flights, air controller strikes and go-slow actions, struggles between military and civilian officials for control of the government’s aviation regulatory agencies and disclosures that the national radar system is deficient.
terça-feira, 17 de julho de 2007
Wireless ... sim!
Finalmente temos Internet wireless em casa. Foi um parto de cinco dias. No fim das contas, trocamos o conjunto modem da Tiscali mais access point por um modem com wireless integrado. Ainda por cima saimos da loja do Seu Domenico com várias dicas de praias a visitar e vinhos a tomar! É bom fazer amizades.
No meio tempo, assistimos ao novo filme do Quarteto Fantástico. Divertido, daquela diversão do tipo "bote os neurônios de molho por duas horas e não faça perguntas". Tanto que não tenho muito o que falar sobre o filme... Continuo achando o Dr. Doom um dos mais legais personagens da Marvel, mas não pelo que mostrou nos filmes. E, sei lá, Jessica Alba não me convence atuando.
No meio tempo, assistimos ao novo filme do Quarteto Fantástico. Divertido, daquela diversão do tipo "bote os neurônios de molho por duas horas e não faça perguntas". Tanto que não tenho muito o que falar sobre o filme... Continuo achando o Dr. Doom um dos mais legais personagens da Marvel, mas não pelo que mostrou nos filmes. E, sei lá, Jessica Alba não me convence atuando.
Marcadores:
Filmes,
Tecnologia de Informação
Assinar:
Postagens (Atom)